Publicado 09/01/2026 11:02

Carlos Alcaraz: "A rivalidade com Sinner é um presente"

09 de janeiro de 2026, Coreia do Sul, Seul: Carlos Alcaraz, da Espanha (à direita), e Jannik Sinner, da Itália, participam de uma coletiva de imprensa conjunta, um dia antes do Hyundai Card Super Match. Foto: -/YNA/dpa
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MADRID 9 jan. (EUROPA PRESS) -

O tenista espanhol Carlos Alcaraz afirmou que a rivalidade que mantém com o italiano Jannik Sinner, com quem se enfrenta este sábado num jogo de exibição na Inspire Arena de Incheon (Coreia do Sul), é “uma dádiva” e que os “impulsionou a dar 100% dentro do campo”, além de reconhecer que é “muito inspirador” que as pessoas acompanhem seus confrontos. “Lembro-me de cada partida que joguei contra ele, desde a primeira vez. Com o tempo, nos enfrentamos em rodadas mais avançadas dos torneios. Isso é um presente, aprendemos muitas coisas depois de cada semifinal ou final de um grande torneio. Construir uma rivalidade como essa requer muita paixão e paciência ao longo dos anos, desde os Challengers até as finais do Grand Slam”, disse ele em uma coletiva de imprensa conjunta com o tenista italiano.

Além disso, o murciano reconheceu que essa exigência de se enfrentarem com tanta frequência serviu para melhorar individualmente. “Olhando para trás e vendo tudo o que cada um ganhou, é evidente que nos esforçamos para atingir o nosso 100% dentro da quadra. Tenho orgulho de ter uma rivalidade assim, quando apertamos as mãos na rede, tudo o mais fica para trás”, afirmou. Ele também destacou que ambos demonstraram do que são “capazes”. “Nos últimos dois anos, dividimos os Grand Slams e ganhamos dois Masters 1.000 por ano. Muitas pessoas podem ver que no topo há dois jogadores que buscam vencer. É um grande momento e as pessoas estão muito animadas com o que vai acontecer, se vamos fazer o mesmo, se vamos jogar finais, se vamos nos enfrentar em muitas partidas... É emocionante que as pessoas estejam tão animadas para assistir ao tênis e acompanhar os resultados dos torneios. Para nós, isso é muito inspirador. Vamos ver o que 2026 nos reserva”, afirmou. Em outra ordem de coisas, ele falou sobre a possibilidade de jogar uma dupla com Sinner. “Não se fala muito sobre meu backhand, todo mundo se concentra no forehand, que é mais explosivo. Não acho que seja tão ruim, meu golpe mais subestimado é o backhand. Acho que não há dúvida de quem prefere jogar com o forehand e quem com o backhand, embora também não tenhamos conversado sobre isso. Se algum dia jogarmos juntos em duplas, teríamos que ver quem joga em cada lado, seria divertido”, brincou. Por fim, ele afirmou que é “um grande prazer” estar na Coreia do Sul pela primeira vez. “Não jogo desde o ano passado, então começar a temporada jogando aqui com Yannik é uma ótima maneira de se preparar para a Austrália. É um Grand Slam, temos que estar prontos desde o primeiro dia, então vir aqui e passar dois ou três dias se preparando para a nova temporada é uma grande oportunidade para continuar crescendo. Quando surgiu a ideia de jogar, eu estava disposto”, concluiu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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