Publicado 03/09/2026 09:45

Carlos Alcaraz: “Não há motivo para ter medo, estou jogando normalmente”

NOVA YORK, 3 de setembro de 2026  -- Carlos Alcaraz comemora após a partida da segunda rodada do torneio individual masculino entre Carlos Alcaraz, da Espanha, e Jaime Faria, de Portugal, no US Open de 2026, em Nova York, nos Estados Unidos, em 2 de setem
Li Rui / Xinhua News / Europa Press / ContactoPhot

MADRID 3 set. (EUROPA PRESS) -

O tenista espanhol Carlos Alcaraz comentou nesta quarta-feira que não tem motivo algum para “ter medo” em relação à sua lesão no pulso e que, durante as duas primeiras partidas, está “batendo normalmente”; além disso, ele afirmou que disputar uma partida de quatro sets foi “muito bom” para ele.

“A competição é um mundo totalmente diferente dos treinos. Sinto muita liberdade no braço. Não penso no risco, nem nos treinos nem nas partidas. Tenho que me sentir normal, como se estivesse jogando antes da lesão. Sinto que estou muito bem. Não há motivo para ter medo. Estou jogando normalmente”, afirmou o tenista de Múrcia na coletiva de imprensa após sua vitória na segunda rodada do US Open contra o português Jaime Faria.

Alcaraz confessou que disputar uma partida de quatro sets foi “muito bom” para ele. “Testei tudo fisicamente, testei meu corpo, como me sinto e como vou me sentir depois da partida. Estou feliz por ter conseguido jogar um bom tênis durante os quatro sets”, acrescentou.

Quanto ao tempo em que ficou sem competir, ele ressaltou que não queria ter “tanto descanso”, mas que, no futuro, terá que “fazer algumas pausas” no calendário para evitar lesões. “É impossível disputar todos os torneios. A adição de mais torneios importantes está nos fazendo jogar mais. Dá para pular um ou dois Masters 1000, mas estamos jogando há 40 semanas”, ressaltou.

“Acho que hoje me senti muito bem. Quando você joga contra alguém como o Jaime, é difícil, porque ele tem uma velocidade de saque e um rebote impressionantes na segunda bola; é difícil tomar a iniciativa, e no fundo da quadra ele é um jogador que joga muito bem. No geral, me senti muito bem, talvez até um pouquinho melhor do que na primeira rodada”, analisou o murciano.

O atual campeão falou sobre seu saque: “Houve um momento em que me precipitei demais em todos os sentidos — no saque, no jogo, entre os pontos — e isso me fez me sentir cada vez pior. Mas, aos poucos, fui melhorando, acabei sacando em um ótimo nível, aumentando a velocidade e a porcentagem. Fico muito feliz por ter melhorado ao longo da partida”.

Por fim, ele destacou os pontos fortes de seu adversário na terceira rodada, o chinês Yibing Wu, um jogador com “uma tacada muito precisa” e contra quem é “difícil encontrar brechas e tomar a iniciativa”. “Ele tem um bom saque, um bom retorno e tacadas muito boas. Joguei contra ele em Xangai e vai ser uma partida muito exigente para mim, um bom teste”, concluiu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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