Publicado 05/07/2026 22:19

Carlo Ancelotti: “Essa derrota não é o fim, é o começo de um novo ciclo”

Carlo Ancelotti
Jose Breton / AFP7 / Europa Press

MADRID 6 jul. (EUROPA PRESS) -

O técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, quis deixar claro que a derrota deste domingo contra a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 “não é o fim”, “é o início de um novo ciclo”, descartando qualquer possibilidade de deixar o comando da seleção brasileira.

“É óbvio que estamos todos profundamente tristes; a equipe não fez uma Copa do Mundo espetacular, mas sim uma boa Copa do Mundo. A equipe poderia ter merecido a vitória na partida de hoje. Temos que continuar melhorando, trabalhando e buscando novas ideias. Esta derrota não é o fim, é o início de um novo ciclo”, disse ele em entrevista coletiva.

O técnico italiano, cujo contrato foi renovado até 2030 antes desta Copa do Mundo, lamentou a eliminação no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos), prolongando a espera do Brasil por uma sexta estrela, 24 anos após a última. “Tivemos muitas oportunidades. As substituições foram feitas para trazer mais frescor e profundidade ao jogo, a fim de vencer a partida. O Brasil, com esse elenco, poderia competir até o final da Copa do Mundo”, afirmou.

“Posso dizer que vamos continuar trabalhando por essa seleção, tentando melhorar e buscar novas ideias, exatamente como temos feito este ano. O futebol é assim, o esporte é assim. Às vezes, é preciso lidar com a tristeza de uma derrota. Para mim, foi uma experiência triste pelo resultado, mas bonita; formamos um bom grupo, e agradeço aos jogadores”, acrescentou.

“Nem sempre tudo sai perfeito no esporte. O esforço de hoje não merecia uma derrota, mas precisamos avaliar o adversário, que também contava com jogadores muito bons que fizeram a diferença. Temos que refletir sobre isso; é evidente que no meio-campo precisam surgir jogadores de alto nível, jovens, mas temos jogadores no futebol brasileiro que podem integrar a seleção no futuro”, afirmou.

Por outro lado, Ancelotti explicou que tinham “uma estatística de um ano de porcentagem de acertos” na cobrança de pênaltis e, em campo, o melhor foi Bruno Guimarães, que recebeu a bola de Vinícius para cobrar o pênalti que perdeu aos 15 minutos de jogo, ao mesmo tempo em que explicou que colocou Neymar “para ter mais qualidade no último terço do campo”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado