Publicado 14/04/2026 18:37

O Atlético de Madrid de Simeone chega à sua quarta semifinal da Liga dos Campeões, a primeira desde 2017

Diego Pablo Simeone, técnico do Atlético de Madrid, gesticula durante a partida de futebol da LaLiga EA Sports, disputada entre o Atlético de Madrid e o FC Barcelona no estádio Riyadh Air Metropolitano, em 4 de abril de 2026, em Madri, Espanha.
Dennis Agyeman / AFP7 / Europa Press

MADRID 14 abr. (EUROPA PRESS) -

O Atlético de Madrid soube sofrer nesta terça-feira no Riyadh Air Metropolitano, na partida de volta das quartas de final da Liga dos Campeões (1-2), para se classificar para as semifinais da competição. Esta é a sexta vez que o clube chega às semifinais europeias sob o comando de Diego Pablo Simeone, entre a Liga dos Campeões (4) e a Liga Europa (2), sendo as primeiras na principal competição continental desde 2017.

Se há um técnico que mudou a história do clube rojiblanco, esse é certamente Simeone. Desde sua chegada, em dezembro de 2011, a entidade não fez outra coisa senão ampliar seu legado, especialmente fora das fronteiras. Sem tempo praticamente para se acomodar no banco do Vicente Calderón, o argentino levantou seu primeiro troféu.

A Liga Europa da temporada 2011-2012, conquistada em Bucareste contra o Athletic Club (3 a 0), seria a primeira pedra sobre a sólida base construída sob a batuta do 'Cholo'. Naquela ocasião, o Valencia CF foi testemunha, durante as semifinais, do estilo de jogo instaurado pelo técnico que havia chegado apenas seis meses antes.

Apenas dois anos depois, o técnico argentino voltou a liderar o time rojiblanco para estar entre os quatro melhores times de uma competição europeia. Mas desta vez na Liga dos Campeões, naquela que foi sua estreia como técnico na principal competição continental. O Chelsea sucumbiu ao ímpeto colchonero na partida de volta em Stamford Bridge, após um empate sem gols na capital espanhola, com uma virada após o gol inicial do “blue” Fernando Torres (1 a 3).

Foi aí que começou a consolidação do time colchonero na Europa, com Diego Pablo Simeone como líder. Apesar de sofrer um duro golpe naquela final contra o Real Madrid, o Atlético de Madrid não demoraria muito para voltar a pisar nas semifinais da Liga dos Campeões.

Na temporada 2015-2016, e depois de ser novamente o algoz, como em 2014, do FC Barcelona, os colchoneros avançaram para as semifinais para enfrentar o Bayern de Munique, ao qual venceram no Vicente Calderón por 1 a 0 graças a um gol solitário de Saúl Ñíguez após uma jogada à la Maradona. Na partida de volta, soube sofrer e um gol de Antoine Griezmann foi suficiente para garantir a classificação para a final, apesar da derrota por 2 a 1, embora sem sorte em uma nova final contra seu vizinho.

Na temporada seguinte, o time rojiblanco repetiu a presença na penúltima fase após eliminar o Leicester City nas quartas de final. Mas, mais uma vez, o adversário era o Real Madrid, atual campeão da competição, e após um primeiro jogo fatídico em que Cristiano Ronaldo marcou um “hat-trick” para um 3 a 0 quase definitivo, na partida de volta, que seria o último jogo na máxima competição europeia no Calderón, os jogadores do 'Cholo' sonharam com a virada após um início espetacular com dois gols da equipe da casa nos primeiros 16 minutos de jogo, sonho frustrado por uma jogada mágica de Karim Benzema e um gol de Isco.

Agora, nove temporadas depois, Simeone coloca novamente o Atlético de Madrid entre os quatro melhores times da atual edição da Liga dos Campeões, sendo esta a sétima vez para o clube entre a Copa da Europa e a Liga dos Campeões, já que, até então, na principal competição continental, isso só havia sido alcançado em 1974, com a lembrada derrota na final contra o Bayern. Nessa longa espera, houve outra final, a da Liga Europa de 2018, conquistada contra o Olympique de Marselha, da França.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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