Publicado 09/06/2026 05:43

O árbitro somali Omar Artan não poderá participar da Copa do Mundo, pois foi impedido de entrar nos Estados Unidos

Archivo - Arquivo - ARQUIVADO - 13 de dezembro de 2024, Suíça, Zurique: O logotipo da FIFA na fachada da sede da entidade em Zurique. A presidente da Federação Norueguesa de Futebol, Lise Klaveness, criticou a FIFA, órgão que rege o futebol mundial, e pla
Christian Charisius/dpa - Arquivo

LONDRES, (PA Media/dpa/EP)

O árbitro somali Omar Artan, que se tornaria o primeiro de seu país a arbitrar uma Copa do Mundo, não poderá atuar na Copa do Mundo, que começa nesta quinta-feira e se estenderá até 19 de julho, quando será disputada a final, após ter sua entrada nos Estados Unidos negada.

A FIFA, órgão que rege o futebol mundial, confirmou que Omar Artan, que havia sido selecionado como um dos 52 árbitros do torneio, será agora retirado da lista. “A FIFA pode confirmar que o árbitro Omar Abdulkadir Artan não poderá participar dos treinamentos nem arbitrar na Copa do Mundo após ter tido sua entrada nos Estados Unidos negada”, afirmou um porta-voz da entidade.

“A FIFA não intervém nos processos de imigração do país anfitrião, incluindo decisões sobre vistos, e as autoridades informaram que sua situação não mudará por enquanto. É o governo anfitrião que determina, em última instância, quem recebe um visto e quem é admitido em seu país”, acrescentou.

Segundo informações, Artan, que já apitou na Copa Africana das Nações, foi recusado no Aeroporto Internacional de Miami no último fim de semana, apesar de possuir documentos de viagem válidos. A Somália é um dos países cujos cidadãos estão sujeitos a uma proibição total de viajar para os Estados Unidos, medida que foi implementada em junho do ano passado.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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