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MADRID 27 jul. (EUROPA PRESS) -
O ex-jogador e técnico Andrea Pirlo confirmou nesta segunda-feira que não é mais candidato ao cargo de técnico da seleção italiana, após ter sido divulgada sua parceria como embaixador da casa de apostas russa Fonbet, conforme informado pelo próprio Pirlo em sua conta no Instagram.
“Ao longo da minha carreira, primeiro como jogador e agora como técnico, sempre exerci minha profissão cumprindo rigorosamente as leis dos países em que trabalhei e os contratos que assinei. A parceria profissional que tem sido alvo da recente controvérsia surgiu no contexto da minha carreira nos Emirados Árabes Unidos e é exclusivamente de natureza comercial e esportiva. Atribuir um significado político a essa parceria implica atribuir-me convicções que nunca expressei e que não me pertencem”, esclareceu.
Apesar disso, Pirlo agradeceu ao diretor técnico da Federação Italiana de Futebol, Paolo Maldini, e ao seu assessor, Leonardo Nascimento, pela “estima e confiança” demonstradas. “Conheço a experiência deles, a seriedade e o amor que sempre demonstraram pelo futebol italiano. Lamento que uma decisão esportiva tenha se transformado rapidamente em um debate público que acabou atribuindo a mim significados e intenções que não me representam. O amor pela Itália não depende da missão. Faz parte da minha história, da minha identidade, e sempre estará comigo”, concluiu.
Pirlo foi uma das opções, ao lado dos técnicos Pep Guardiola e Carlo Ancelotti, para assumir o comando da ‘La Nazionale’. No entanto, segundo publicou “La Gazzetta dello Sport”, o ex-jogador mantém uma relação direta com a casa de apostas Fonbet, motivo pelo qual decidiu retirar sua candidatura.
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