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BRUXELAS 30 jun. (EUROPA PRESS) -
A UE-27 formalizou nesta segunda-feira a nova prorrogação de seis meses, até 31 de janeiro de 2026, das sanções econômicas que a União Europeia impôs à Rússia desde sua invasão da Crimeia em 2014 e que mantém desde então porque o Kremlin "continua suas ações para desestabilizar" a Ucrânia.
Os chefes de Estado e de governo europeus deram sinal verde para a prorrogação na cúpula da semana passada, mas o procedimento formal só foi concluído na segunda-feira, quando o prazo para os países apresentarem objeções foi cumprido sem reservas.
As sanções incluem medidas setoriais, como restrições comerciais, e afetam áreas como finanças, tecnologia e bens de uso duplo, indústria, transporte e bens de luxo.
Há também uma proibição de importação de petróleo bruto russo transportado por via marítima e de certos produtos petrolíferos, bem como a retirada de vários bancos russos do sistema SWIFT e a suspensão das atividades de transmissão e das licenças na Europa de vários meios de comunicação russos ligados ao Kremlin.
Esse pacote foi adotado pela primeira vez em julho de 2024, após a invasão da Crimeia pela Rússia, e foi prorrogado a cada seis meses desde então.
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