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MADRID 7 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar nesta segunda-feira o Federal Reserve (Fed) por sua demora em reduzir as taxas de juros, ao mesmo tempo em que defendeu as tarifas introduzidas para trazer "bilhões de dólares por semana" e acusou a China de ser o "maior abusador" do país.
"Os preços do petróleo estão baixos, as taxas de juros estão baixas (o lento Fed deveria cortá-las!), os preços dos alimentos estão baixos, não há inflação, e os Estados Unidos, maltratados por tanto tempo, estão trazendo bilhões de dólares por semana de países abusivos com tarifas já em vigor", disse o ocupante da Casa Branca por meio de seu perfil na rede social Truth.
"Isso apesar do fato de que o maior abusador de todos, a China, cujos mercados estão despencando, acabou de aumentar suas tarifas em 34%, além de suas tarifas ridiculamente altas de longo prazo (e mais!), ignorando meu aviso aos países abusadores para que não retaliassem", disse ele.
"Eles já ganharam o suficiente, por décadas, tirando vantagem dos bons e velhos EUA! Nossos antigos 'líderes' são os culpados por permitir que isso, e muito mais, aconteça com nosso país - VAMOS FAZER A AMÉRICA GRANDE DE NOVO!", acrescentou.
Assim, apesar da queda dos mercados em todo o mundo, inclusive em Wall Street, o presidente dos EUA continua a defender a guinada protecionista nas políticas de sua presidência.
De fato, ontem ele afirmou que as tarifas são a "única maneira de curar" os "enormes" déficits financeiros com a China ou a União Europeia, bem como com outros países, justificando assim a imposição de impostos contra a maioria de seus parceiros no âmbito da guerra comercial lançada por seu governo para implementar sua agenda protecionista.
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