Jens Kalaene/dpa - Arquivo
MADRID 7 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na segunda-feira que a China autorizaria a venda das operações norte-americanas da rede social TikTok "em 15 minutos" se lhes concedesse um "pequeno corte" nas tarifas decretadas contra o gigante asiático.
"Eu diria que, em grande parte, isso é verdade. A notícia é que tínhamos um acordo mais ou menos fechado para o TikTok. Não um acordo, mas bem próximo. E então a China o mudou por causa das tarifas", disse Trump, referindo-se a relatos de que a venda havia sido aprovada por investidores, pela Casa Branca e pela Bytedance, proprietária do TikTok.
"Se eu fizesse um pequeno corte nas tarifas, eles aprovariam o acordo em 15 minutos, o que mostra o poder das tarifas, certo?", acrescentou ele do Air Force One, em declarações relatadas pela 'Fox Business'. A transação contemplava que a Bytedance manteria uma participação minoritária no aplicativo.
Essas declarações coincidem com a ameaça de tarifas adicionais de 50% sobre as importações da China se Pequim não recuar e retirar as taxas retaliatórias de 34% a mais sobre os produtos dos EUA anunciadas na última sexta-feira em resposta às medidas protecionistas que Trump anunciou em 2 de abril.
"Se a China não retirar o aumento de 34% em seus abusos comerciais de longo prazo até amanhã, 8 de abril de 2025, os Estados Unidos imporão tarifas adicionais de 50% sobre a China a partir de 9 de abril", garantiu Trump via 'Truth Social'.
Além disso, o presidente dos EUA advertiu Pequim que todas as conversas com a China sobre as reuniões solicitadas serão suspensas, enquanto as negociações com outros países que também solicitaram reuniões "começarão imediatamente".
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático