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MADRID 27 mar. (EUROPA PRESS) -
A taxa de desemprego no Brasil nos três meses até fevereiro ficou em 5,8%, o que equivale a um aumento de seis décimos em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2025, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Isso significa que 6,2 milhões de pessoas procuraram emprego sem sucesso durante o trimestre, 600 mil a mais do que no período imediatamente anterior. Mesmo assim, a taxa é a mais baixa para os trimestres encerrados em fevereiro desde o início da série histórica em 2012.
A população ocupada (102,1 milhões) registrou uma queda de 0,8% (874 mil pessoas a menos) no trimestre, mas aumentou 1,5% em relação ao mesmo período do ano anterior (+1,5 milhão).
Durante o trimestre, houve uma “forte redução” de postos de trabalho na Administração Pública, Defesa, Previdência Social, Educação, Saúde e Serviços Sociais (-696.000), e também na Construção (-245.000).
“Em ambos os casos, observa-se a influência da sazonalidade, sobretudo nos setores da educação e da saúde, nos quais uma parte considerável dos empregos é preenchida por meio de contratos temporários no setor público. Na transição de um ano para outro, ocorre um processo de rescisão dos contratos em vigor”, explicou a coordenadora do estudo, Adriana Beringuy.
Por outro lado, a população ocupada (103 milhões de pessoas) atingiu um máximo histórico, com um aumento de 1,1% no ano e de 0,6% no trimestre. A taxa de emprego, além disso, foi de 58,9%, um recorde para a série, mantendo-se estável durante o ano e avançando 0,2 pontos no trimestre.
A taxa de informalidade registrou uma ligeira queda, passando de 37,7% (38,8 milhões) da população ocupada no trimestre encerrado em novembro para 37,5% (38,3 milhões). Há um ano, estava em 38,1% (38,4 milhões).
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