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MADRID 22 ago. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Federal Reserve dos EUA, Jerome Powell, colocou sobre a mesa a possibilidade de reduzir as taxas de juros, o que seria o primeiro do banco central desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca, embora tenha insistido nos riscos para a inflação relacionados às tarifas implementadas pela administração dos EUA.
Em seu tradicional discurso principal no simpósio anual de Jackson Hole, Powell observou que os riscos para a inflação "estão inclinados para o lado positivo", enquanto os riscos para o emprego estão inclinados para o lado negativo, o que implica "uma situação complexa" para o Fed, que deve equilibrar os dois aspectos de seu mandato duplo.
Nesse sentido, o banqueiro central dos EUA enfatizou que as taxas de juros do Fed estão atualmente "100 pontos-base mais próximas do ponto neutro do que estavam há um ano", acrescentando que a estabilidade da taxa de desemprego e outros indicadores do mercado de trabalho permitem cautela ao considerar mudanças na orientação da política.
"Entretanto, com a política em território restrito, as perspectivas básicas e a mudança no equilíbrio de riscos podem justificar um ajuste em nossa postura", disse Powell.
De qualquer forma, o presidente do Fed enfatizou que a política monetária não segue um curso predefinido, acrescentando que os membros do FOMC, o órgão dirigente do banco central dos EUA, tomarão suas decisões com base exclusivamente em sua avaliação dos dados e suas implicações para as perspectivas econômicas e o equilíbrio de riscos.
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