Juan Cano/Presidencia Colombia/d / DPA
MADRID 4 fev. (EUROPA PRESS) - O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, ofereceu ao seu homólogo norte-americano, Donald Trump, a ajuda da petrolífera estatal colombiana Ecopetrol para impulsionar a reativação energética do oeste da Venezuela.
“O governo Trump viu a possibilidade imediata de suspender as sanções e abrir as possibilidades para que a Ecopetrol seja a empresa central dessa reativação, juntamente com a empresa venezuelana Monómeros”, afirmou durante uma entrevista concedida à Caracol Radio após a reunião mantida com o presidente americano na Casa Branca.
Petro explicou que esse plano inclui o uso de energia elétrica da Colômbia, especificamente de La Guajira, e a reativação de conexões elétricas, gasodutos e oleodutos já existentes entre os dois países para exportar petróleo a partir de portos colombianos. “A reativação do oeste da Venezuela, não de toda a Venezuela, pode ter um papel importante da Colômbia”, disse ele.
Tanto Petro quanto Trump se mostraram otimistas sobre seu encontro em Washington, após um ano de atritos frequentes em relação às suas posições sobre a Venezuela e as políticas migratórias. Trump chegou a lançar uma advertência a Petro, na qual o exortou a “cuidar-se” após a captura de Maduro em 3 de janeiro.
O presidente americano chegou a afirmar que a Colômbia era governada por um homem “que gosta de produzir cocaína e vendê-la aos Estados Unidos” — em alusão a Petro —, embora dias depois ambos tenham mantido uma conversa por telefone para aliviar as tensões e trocar posições sobre suas políticas para enfrentar o narcotráfico e outras divergências.
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