Publicado 04/08/2026 16:04

Os Estados Unidos estão analisando a possibilidade de proibir a importação da China de componentes para centros de dados

O objetivo é evitar o suposto roubo de informações ou a instalação de “malware” em instalações essenciais para o desenvolvimento da IA

Archivo - Arquivo - ARQUIVADO - 14 de julho de 2011, Saxônia, Dresden: Um broche com a bandeira chinesa repousa sobre uma bandeira americana. O diplomata e político norte-americano Peter Hoekstra, ex-embaixador dos EUA na Holanda durante o governo do ex-p
Arno Burgi/dpa-Zentralbild/dpa - Arquivo

MADRID, 4 ago. (EUROPA PRESS) -

A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) está elaborando um projeto de lei para proibir a importação da China de componentes eletrônicos que possam ser utilizados em centros de dados norte-americanos, conforme informou nesta terça-feira a Bloomberg.

De acordo com as fontes consultadas, o objetivo da proibição seria impedir que empresas de tecnologia chinesas instalem “malware” ou roubem informações de centros de dados essenciais para o desenvolvimento da inteligência artificial.

Entre as medidas previstas estão as importações de novos modelos de transceptores ópticos, que transmitem dados por meio de cabos de fibra óptica. Isso afetaria a empresa chinesa Zhongji Innolight, especializada nesse tipo de fornecimento.

As grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos dependem desses componentes para criar conexões de alta velocidade entre unidades de processamento gráfico (GPU), capazes de executar e treinar programas de IA.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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