Publicado 12/02/2026 07:22

Orbán pede para cortar a ajuda à Ucrânia e destiná-la à competitividade: “A guerra é ruim para os negócios”

Archivo - Arquivo - ARQUIVADO - 05 de janeiro de 2026, Hungria, Budapeste: O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, fala durante sua coletiva de imprensa anual em Budapeste. Foto: Marton Monus/-/dpa
Marton Monus/-/dpa - Arquivo

BRUXELAS 12 fev. (EUROPA PRESS) - O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, insistiu nesta quinta-feira, ao chegar a uma cúpula informal de líderes da UE, que o bloco deve cortar o desembolso de ajuda à Ucrânia e redirecionar seus recursos para impulsionar a competitividade europeia, ao mesmo tempo em que afirmou que “a guerra é ruim para os negócios”.

“O primeiro passo é parar a guerra. A guerra é ruim para os negócios. É preciso buscar a paz”, declarou à imprensa ao chegar ao “retiro” dos chefes de Estado e de Governo da UE no castelo de Alden Biesen (Bilzen), no leste da Bélgica, perto da fronteira com os Países Baixos.

O líder húngaro defendeu que “não se envia dinheiro para outro quando você precisa dele para a competitividade”, pelo que, em sua opinião, a União não deve “enviar dinheiro para a Ucrânia”. “Em terceiro lugar — observou — é preciso reduzir o mais possível o preço da energia. É muito simples”, reforçou Orbán, antes de se juntar ao debate dos 27 sobre a forma de impulsionar a competitividade europeia; uma reflexão à qual os líderes se dedicam com os olhos postos na possibilidade de recorrer à cooperação reforçada, ou seja, a uma Europa a duas velocidades, para contornar o bloqueio da unanimidade e avançar nas reformas pendentes.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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