Publicado 26/08/2026 14:37

A Oncoclínicas dispara na Bolsa após a CVM brasileira obrigar a Centaurus a apresentar uma oferta de compra

Archivo - Arquivo - Cristo do Corcovado, localizado no Rio de Janeiro (Brasil).
KAZUO OKUBO/EMBRATUR - Arquivo

MADRID 26 ago. (EUROPA PRESS) -

As ações da empresa brasileira de serviços médicos Oncoclínicas dispararam em até 28% depois que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) determinou ontem que a gestora norte-americana Centaurus Capital deve apresentar uma oferta pelo capital social da empresa.

Assim, as ações da empresa eram negociadas nesta quarta-feira, às 19h30, horário da Península Ibérica, a 1,95 reais (0,32 euros), um aumento de 11,43% em relação à terça-feira, tendo recuado ao longo do pregão em relação às máximas não vistas em cinco meses.

O órgão regulador votou por 3 a 0 a favor de exigir uma proposta formal de compra, apesar de a equipe técnica da CVM ter desaconselhado isso anteriormente, uma vez que a reestruturação de 2024 envolvia instrumentos financeiros do Goldman Sachs e a Centaurus não havia acionado a cláusula de aquisição.

O fundo Josephina III, vinculado à Centaurus, manifestou em um comunicado seu desacordo com a decisão da CVM, após ter iniciado, na semana passada, um procedimento de arbitragem na Bolsa, órgão que considera competente para resolver a questão.

A Oncoclínicas encontra-se em dificuldades financeiras e, nesse sentido, já chegou a um acordo extrajudicial com alguns de seus credores em julho para reestruturar uma dívida de 5.100 milhões de reais (849,2 milhões de dólares).

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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