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MADRID 9 set. (EUROPA PRESS) -
O México espera que o crescimento econômico fique entre 1,8% e 2,8% em 2026, apoiado por receitas fiscais recordes de 15,1% no final do ano, de acordo com o Pacote Econômico 2026 entregue à Câmara dos Deputados na noite de segunda-feira.
Entre as medidas, destaca-se a Iniciativa de Lei da Receita Federal, que visa aumentar a receita tributária sem criar novos impostos gerais. O governo de Claudia Sheinbaum também utilizará ferramentas digitais para facilitar a conformidade e simplificar os procedimentos, além de intensificar o combate à evasão e à elisão fiscal.
Com relação aos principais números macroeconômicos, o governo espera reduzir o déficit em 1,6 ponto percentual, para 4,1% do PIB em 2026, e que a dívida pública fique em 52,3% do PIB no final do ano.
As iniciativas também incluem o Plano México, destinado a promover o desenvolvimento regional de longo prazo do país, que receberá recursos equivalentes a 2,5% do PIB para atrair investimentos, criar empregos e modernizar a infraestrutura em todo o país.
A Câmara dos Deputados tem até 20 de outubro para aprovar a Lei da Receita e, posteriormente, caberá ao Senado dar luz verde à lei antes de 31 de outubro. Uma vez aprovada pelas duas câmaras legislativas, os deputados terão que debater e aprovar o Orçamento de Despesas Federais até 15 de novembro.
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