Publicado 24/07/2026 08:36

O Japão “lamenta” as novas tarifas anunciadas pelos EUA, mas espera que o acordo bilateral seja cumprido

Archivo - Arquivo - 31 de março de 2024, Yokosuka, Kanagawa, Japão: O ministro da Defesa do Japão, Minoru Kihara, visita a Escola de Sistemas de Comunicação e Cibersegurança da Força Terrestre de Autodefesa no Campo Kurihama. Yokosuka, 31/03/2024
Europa Press/Contacto/Kento Nara - Arquivo

MADRID 24 jul. (EUROPA PRESS) -

O governo japonês considerou “lamentável” o anúncio de novas tarifas pelos Estados Unidos contra 60 países, classificando a medida como uma punição às economias que não proibiram os produtos fabricados com trabalho forçado, embora tenha manifestado confiança de que o acordo comercial bilateral firmado no ano passado com Washington seguirá adiante e que não serão aplicadas sobretaxas adicionais.

O porta-voz do governo, Minoru Kihara, afirmou em entrevista coletiva que, de qualquer forma, o compromisso de Tóquio e Washington com o acordo comercial bilateral e sua aplicação permanecem inalterados.

“O acordo firmado no ano passado entre o Japão e os Estados Unidos permanece inalterado. Já confirmamos que os Estados Unidos não imporão nenhuma tarifa adicional além do estabelecido no acordo”, indicou o porta-voz japonês em declarações divulgadas pela agência Jiji Press.

Essa medida anunciada por Washington vem substituir a tarifa global temporária de 10% imposta por seu governo por 150 dias, que expirava à meia-noite. Segundo as autoridades norte-americanas, “décadas de persuasão moral não erradicaram o trabalho forçado das cadeias globais de abastecimento”; o que justifica essa nova medida tarifária é que “é hora de os parceiros comerciais fazerem o mesmo” no que diz respeito à proibição da importação de mão de obra forçada.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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