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MADRID 6 abr. (EUROPA PRESS) -
O secretário financeiro de Hong Kong, Paul Chan, criticou duramente a guerra tarifária que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciou contra a comunidade internacional como um exemplo de atitude "intimidadora" que acabará tendo um impacto negativo na população americana.
Chan, que faz parte de um executivo totalmente inserido no organograma político de Pequim, citou autoridades que lamentaram que as novas tarifas de Trump "minam o comércio internacional e acabarão prejudicando os americanos".
"Como o governo central tem enfatizado repetidamente, não há vencedores em guerras comerciais e tarifárias, e não há saída para o protecionismo. Acreditamos firmemente que as diferenças comerciais só podem ser resolvidas por meio de consultas com todos os países do mundo, incluindo a China, em uma base igualitária, mutuamente respeitosa e mutuamente benéfica", acrescentou.
As tarifas de 34% que Trump impôs à China também se aplicam a Hong Kong, cujos privilégios comerciais especiais foram removidos pela ordem executiva de Trump em 2020. A Casa Branca declarou então que não poderia mais certificar a autonomia política da cidade em relação à China.
No ano passado, os EUA responderam por 6,5% do total de exportações de mercadorias de Hong Kong, em comparação com 8,6% em 2018.
Enquanto isso, as remessas da cidade para o Sudeste Asiático e o Oriente Médio têm aumentado. Em 2019, o Sudeste Asiático acabou ultrapassando os Estados Unidos para se tornar seu segundo maior mercado de exportação de mercadorias.
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