Publicado 03/02/2026 16:50

O “homem de Trump” no Fed pede que as taxas de juros sejam reduzidas este ano “um pouco mais de um ponto”.

Archivo - Arquivo - Edifício da Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed), localizado em Washington.
RESERVA FEDERAL DE ESTADOS UNIDOS - Arquivo

MADRID 3 fev. (EUROPA PRESS) -

Stephen Miran, membro do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve dos Estados Unidos (Fed), defendeu nesta terça-feira a redução das taxas de juros “um pouco mais de um ponto” em 2026. “Prevejo como provável uma redução das taxas de juros de pouco mais de um ponto ao longo do ano. [...] Quando analiso a inflação subjacente, não vejo realmente pressões muito fortes sobre os preços”, explicou à Fox Business Network em declarações recolhidas pela Europa Press. “Não vejo muitos desequilíbrios fortes entre a oferta e a demanda aos quais a política monetária deva responder. Portanto, acredito que estamos mantendo as taxas muito altas, principalmente devido às peculiaridades de como medimos a inflação, mais do que a uma pressão real sobre os preços", acrescentou. Miran chegou ao Fed em setembro a pedido de Donald Trump. Desde então, tem pressionado por uma redução drástica das taxas, em contraste com a visão mais gradualista da maioria do FOMC. Dentro do órgão regulador do Fed, houve até mesmo vozes que defendiam mantê-las intactas. O mandato do “homem de Trump” no Fed expirou em 31 de janeiro, após ter sido designado substituto da demitida Adriana Kugler, embora agora permaneça no cargo interinamente. Para ocupar seu cargo atual, Miran tirou uma licença da presidência do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca. Miran indicou em uma entrevista concedida à CNBC na última sexta-feira que acredita que seu lugar no FOMC será ocupado em breve por Kevin Warsh, escolhido por Trump para substituir Jerome Powell como líder do Fed a partir de maio.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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