Gobierno de México - Arquivo
MADRID 15 jul. (EUROPA PRESS) -
O governo mexicano anunciou que promoverá "ações" destinadas a proteger a atividade das empresas do país caso não chegue a um acordo com os Estados Unidos sobre a ameaça de tarifas de 30% sobre as exportações desse país e de 17,06% sobre os tomates frescos.
"Se um acordo não for alcançado em 1º de agosto, já estaremos informando algumas outras ações", disse a presidente do México, Claudia Sheinbaum, durante uma coletiva de imprensa na terça-feira.
De acordo com a presidente, o governo mexicano anunciará uma série de ações que serão desenvolvidas com todas as associações e produtores de tomate durante "a próxima semana", todas elas enquadradas no 'Plano México', o plano de longo prazo para o desenvolvimento econômico do país.
No entanto, ela lembrou que o país tem uma mesa de negociação até o prazo final para a imposição de tarifas e que eles ainda esperam chegar a um acordo para as duas taxas. De qualquer forma, Sheinbaum garantiu que continuarão exportando tomates mexicanos porque não há nenhum produto de outro país que possa compensar sua perda nos Estados Unidos.
Na segunda-feira, o Departamento de Comércio dos EUA anunciou a imposição de uma tarifa de 17,09% sobre as importações de tomate do México, a fim de impulsionar a produção doméstica. Dois dias antes, o presidente dos EUA, Donald Trump, emitiu uma nova carta sobre o México, na qual anunciou novas tarifas de 30% sobre os produtos desse país a partir de 1º de agosto.
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