MADRID 17 fev. (EUROPA PRESS) - O banco norte-americano Goldman Sachs está considerando dispensar os critérios de diversidade, equidade e inclusão (DEI) ao avaliar a aptidão de futuros candidatos para seu conselho de administração.
Segundo o The Wall Street Journal, citando pessoas a par do assunto, a entidade está estudando a mudança após o pedido apresentado em setembro passado pelo National Legal and Policy Center, um centro sem fins lucrativos contrário ao DEI.
Se a medida for aprovada, o Goldman Sachs deixaria de levar em conta a raça, a identidade de gênero ou a orientação sexual, bem como outros fatores, ao realizar novas nomeações de executivos, segundo explicaram as fontes.
Assim, o banco dirigido por David Solomon se juntaria a outras instituições financeiras, como Citigroup, Bank of America ou Wells Fargo, que eliminaram ou reduziram suas metas de DEI devido à oposição do governo dos Estados Unidos a esse tipo de medida.
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