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MADRID 30 set. (EUROPA PRESS) -
A empresa petrolífera norte-americana ExxonMobil planeja demitir 2.000 pessoas em todo o mundo como parte de um plano de reestruturação de longo prazo que inclui a consolidação de escritórios menores em sedes regionais.
De acordo com um memorando interno acessado pela Bloomberg, cerca de 1.200 empregos serão eliminados até o final de 2027 na União Europeia e na Noruega, enquanto cerca de 900 serão designados para a subsidiária canadense Imperial Oil. A ExxonMobil detém 70% do capital acionário da empresa.
O CEO Darren Woods disse que as "decisões difíceis" fazem parte de um programa plurianual lançado em 2019 para melhorar a competitividade, que gerou economias anuais desde então de US$ 13,5 bilhões (€ 11,485 bilhões).
O foco nos nós regionais permitirá que a ExxonMobil se concentre em suas operações de petróleo na Guiana, no gás natural liquefeito no Golfo do México e no comércio global de hidrocarbonetos.
"Na Europa] Planejamos reunir a maior parte de nossos escritórios e funcionários que trabalham em casa nas fábricas da região ou perto delas (por exemplo, na Alemanha e na Itália). Vários escritórios menores serão fechados", disse a empresa.
Recentemente, a empresa anunciou planos para realocar funcionários de Bruxelas e Leatherhead (Reino Unido) para o centro de Londres, onde vem contratando operadores.
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