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MADRID 28 maio (EUROPA PRESS) -
A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Tammy Bruce, confirmou que a licença sob a qual a empresa petrolífera americana Chevron opera na Venezuela expirou à meia-noite de hoje como medida de pressão econômica contra o governo do presidente Nicolás Maduro.
"Não permitiremos que nenhum dinheiro chegue ao regime de Maduro", disse ela em uma coletiva de imprensa na qual destacou que "isso será notado", lembrando assim "as instruções do presidente (Donald Trump) ao secretário (de Estado, Marco) Rubio para tomar medidas para acabar com todas as licenças de petróleo e gás da era (Joe) Biden que beneficiaram o regime de Maduro e encheram os bolsos de seus capangas".
A porta-voz da diplomacia americana disse que os EUA continuarão a "negar qualquer financiamento ao regime de Maduro, que ele usa para oprimir o povo venezuelano", referindo-se à possibilidade de emitir uma licença reduzida que poderia permitir a manutenção de instalações petrolíferas.
Na apresentação, ele também denunciou o fato de que "há mais cidadãos americanos detidos injustamente na Venezuela do que em qualquer outro país", embora não tenha revelado o número por se tratar de "uma dinâmica de segurança nacional".
Na terça-feira, o governo de Donald Trump emitiu um alerta de viagem para que os cidadãos americanos evitem viajar para a Venezuela, citando um "risco significativo" de enfrentar "detenções injustas".
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