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MADRID 5 jan. (EUROPA PRESS) -
Os preços das principais empresas petrolíferas e de serviços petrolíferos dos Estados Unidos responderam nesta segunda-feira ao novo cenário apresentado pela recente operação militar em que as forças norte-americanas capturaram o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, bem como às declarações de Donald Trump em relação à indústria petrolífera do país caribenho, com fortes aumentos nas negociações antes da abertura de Wall Street.
Nas negociações pré-mercado, empresas petrolíferas como ExxonMobil (+4,10%), Chevron (+7,6%) e ConocoPhillips (+7,2%), bem como empresas de serviços petrolíferos como Halliburton (+8,9%) e Schlumberger (+9,3%), e empresas de refino e transporte como Marathon Petroleum (+5,3%) e Valero Energy (+5,8%), todas subiram.
Em contraste com a euforia das empresas petrolíferas dos EUA, no Velho Continente os preços das ações das empresas do setor refletem maior incerteza. Assim, enquanto a Repsol da Espanha ganhou mais de 2%, a Shell e a BP da Grã-Bretanha permaneceram estáveis na Bolsa de Valores de Londres, enquanto a Eni da Itália ganhou 0,6% e a TotalEnergies da França perdeu 0,9%.
Em declarações à imprensa, o ocupante da Casa Branca deixou claro neste fim de semana que os Estados Unidos estão agora "no comando" da Venezuela, ressaltando que sua prioridade é "reconstruir" o país, especialmente sua indústria petrolífera, à qual ele exigiu "acesso total".
Nesse sentido, Trump lamentou que a Venezuela tenha sido "mal administrada" e que "o petróleo flua em um nível muito baixo", apontando, para reverter a situação, "grandes investimentos das empresas petrolíferas para recuperar a infraestrutura", para os quais "as empresas estão prontas para entrar".
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