MADRID 28 jul. (EUROPA PRESS) -
A Costa Rica e o Panamá são os únicos países que atrairão milionários para seus territórios até o final de 2025, com cifras em torno de 70%, em comparação com a fuga generalizada de grandes fortunas do restante dos países latino-americanos, liderados pelo Brasil.
No "Henley Private Wealth Migration Report 2025", elaborado pela consultoria Henley & Partners em conjunto com a empresa especializada na análise de grandes fortunas New World Wealth, afirma-se que a Costa Rica receberá mais 350 milionários com um patrimônio estimado em 2.800 milhões de dólares (2.408 milhões de euros) até o final do ano.
Logo atrás vem o Panamá, onde o relatório estima um aumento de 300 milionários com uma riqueza preliminar de 2,4 bilhões de dólares (2,064 bilhões de euros) até o final do ano.
Ambos os países experimentaram um aumento gradual no número de milionários em seus territórios, com um aumento de 72% na Costa Rica e 69% no Panamá entre 2014 e 2024.
PERDA DE INDIVÍDUOS DE ALTO PATRIMÔNIO LÍQUIDO
O Brasil é o país que mais se destaca pela perda de grandes propriedades, onde a fuga chega a 1.200 milionários com uma riqueza estimada em 8.400 milhões de dólares (7.228 milhões de euros), seguido pela Colômbia (150 milionários a menos).
Nesses dois casos, os autores do documento explicam que os milionários que deixam os dois países vão para os Estados Unidos, especialmente para a Flórida, Portugal, Ilhas Cayman, Costa Rica e Panamá.
O relatório também inclui o México, que fechará o ano com 150 milionários a menos, com uma riqueza estimada em US$ 1.000 milhões (860 milhões de euros), apesar de ter registrado um aumento de 16% em seu número na última década.
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