Publicado 04/06/2026 13:12

COMUNICADO: Os sistemas financeiros não estão preparados para o crescimento das empresas, segundo um estudo da Pleo

Relatório Pulse
Pleo

(Información remitida por la empresa firmante)

(Informações fornecidas pela empresa signatária)

Madri, 4 de junho de 2026.-

Um novo estudo da Pleo analisa como a crescente complexidade operacional está dificultando a gestão do crescimento empresarial na Europa. Na Espanha, onde 94% das empresas estão crescendo ou planejam se expandir, muitas reconhecem que suas operações financeiras não estão evoluindo no mesmo ritmo que os negócios.

De acordo com o último Pulse Report da Pleo, 91% das empresas europeias estão crescendo ou planejam expandir seus negócios nos próximos anos. Na Espanha, esse número chega a 94%, a porcentagem mais alta entre os mercados analisados. No entanto, esse crescimento também gera inquietação, já que 89% dessas empresas reconhecem estar preocupadas com sua capacidade de gerenciar essa expansão de forma eficaz. Os dados revelam uma tensão cada vez mais presente no tecido empresarial europeu: enquanto as organizações mantêm uma forte ambição de crescimento, muitas encontram dificuldades para gerenciar a crescente complexidade operacional que isso acarreta.

O crescimento está gerando um “imposto sobre o controle”

*À medida que as empresas crescem, as equipes financeiras enfrentam cada vez mais o que a Pleo denomina um “imposto sobre o controle”: uma maior complexidade operacional decorrente da expansão internacional, mais processos de supervisão manual, dados dispersos entre múltiplos sistemas e menos tempo disponível para dedicar a tarefas estratégicas de alto valor.

De acordo com o estudo, 64% das empresas europeias consideram que operar em vários mercados é fundamental para continuar a se expandir e, na Espanha, 62% compartilham dessa visão. No entanto, 72% apontam que gerenciar a atividade em diferentes países europeus implica lidar com regulamentações, processos e requisitos complexos, enquanto 65% afirmam que entrar em um novo mercado pode ser tão exigente quanto abrir uma empresa do zero. Entre os responsáveis financeiros espanhóis, essa percepção é ainda mais acentuada, já que 71% afirmam que a expansão internacional parece o lançamento de uma nova empresa do zero, contra 53% que têm essa sensação na Alemanha.

72% das empresas que buscam se expandir afirmam que o crescimento aumenta a complexidade financeira da organização, enquanto 65% apontam que preservar a visibilidade e o controle das finanças se torna mais complicado à medida que a empresa cresce. Assim, 82% das empresas entrevistadas na Espanha reconhecem que o crescimento as obriga a encontrar um equilíbrio cada vez mais difícil entre impulsionar os negócios e manter o controle sobre as operações.

Os sistemas financeiros não estão preparados para acompanhar o crescimento

*Muitas empresas estão tentando enfrentar uma nova fase de crescimento com sistemas financeiros que não foram projetados para acompanhá-las nesse processo. Mais da metade das empresas em expansão (52%) afirma que seu negócio está crescendo mais rápido do que suas ferramentas financeiras conseguem gerenciar. Além disso, quase uma em cada duas (48%) reconhece ter enfrentado falhas ou limitações em seus sistemas financeiros como consequência da pressão gerada pelo crescimento.*

A supervisão manual continua sendo outro grande obstáculo, já que metade dos responsáveis financeiros consultados afirma que seu ecossistema atual de ferramentas exige demasiada intervenção manual para funcionar corretamente. Na Espanha, 34% dos responsáveis financeiros consideram que seu ecossistema tecnológico atual não será capaz de acompanhar a próxima fase de crescimento da empresa. Apesar disso, 21% das organizações continuam gerenciando as despesas corporativas principalmente por meio de planilhas tradicionais. A falta de integração entre sistemas parece ser um dos fatores que mais contribuem para essa situação. De fato, 38% dos responsáveis financeiros espanhóis afirmam que a desconexão entre ferramentas gera uma carga administrativa excessiva para suas equipes.

A estratégia fica enterrada sob as tarefas administrativas

*Os resultados mostram que a crescente complexidade operacional está deslocando o trabalho estratégico das equipes financeiras. Em média, os profissionais de finanças dedicam 19% de seu tempo a tarefas administrativas, como a limpeza manual de dados, o processamento de informações ou a elaboração de relatórios. Em contrapartida, apenas 16% de sua jornada é dedicada a atividades estratégicas voltadas para o crescimento e a tomada de decisões.

*Os dados sugerem que os responsáveis financeiros estão ficando presos na gestão cotidiana do negócio. Na Espanha, 60% afirmam não ter tido um único dia livre de interrupções para esse tipo de trabalho. Além disso, 53% das empresas espanholas em expansão consideram que as equipes financeiras estão excessivamente absorvidas por tarefas administrativas e processos manuais para apoiar eficazmente o crescimento do negócio.

Em última análise, uma série de tarefas estratégicas importantes está sendo relegada a segundo plano, incluindo a elaboração de cenários financeiros, iniciativas de inovação, análise de mercado e desenvolvimento de modelos estratégicos. Na Espanha, as atividades que com maior frequência são preteridas pelas demandas operacionais são o desenvolvimento profissional (31%), as iniciativas de inovação (28%), a análise da concorrência (27%), a análise de mercado (26%) e o planejamento de cenários financeiros (24%).

As empresas precisam de operações financeiras projetadas para crescer

*O estudo aponta que a resposta não consiste simplesmente em adicionar mais ferramentas. Pelo contrário, as empresas precisam de operações financeiras projetadas para crescer no mesmo ritmo que a própria empresa.

Quase metade das empresas em expansão (48%) considera que suas ferramentas financeiras atuais carecem de capacidades suficientes de automação e inteligência artificial. Além disso, 42% identificam os fluxos de trabalho automatizados como uma das funcionalidades mais necessárias e menos presentes em seu ecossistema tecnológico. A isso se soma a falta de integração entre sistemas, uma lacuna que gera uma carga administrativa excessiva para 36% dos responsáveis financeiros consultados.

Ao perguntar aos responsáveis financeiros espanhóis quais capacidades consideram prioritárias em suas ferramentas de gestão, a principal demanda foi a automação e a qualidade dos dados, questão que se reflete na exigência de uma melhor integração nativa com plataformas e ferramentas (48%), uma contabilidade mais precisa (38%), a automação de processos fiscais (36%), maior integridade dos dados (35%), integração com sistemas de recursos humanos (34%) e a automação da gestão de fornecedores (32%).

S*ren Lonning, CFO da Pleo, declarou: “As empresas europeias têm a ambição necessária para crescer, mas muitas ainda estão limitadas por operações financeiras que não evoluem no mesmo ritmo que o negócio” “A Pleo é a plataforma de gestão de despesas projetada especificamente para a forma como as empresas europeias fecham suas contas. Enquanto outras empresas continuam se adaptando às finanças europeias, a Pleo já é nativa, pois se integra*com mais ferramentas financeiras do que qualquer outra”.

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Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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