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Ela pagará a última parcela pendente à instituição financeira em dezembro.
MADRID, 1 out. (EUROPA PRESS) -
As autoridades colombianas tomaram a decisão de cancelar o acordo de linha de crédito flexível concedido pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) que a Colômbia tem em vigor desde abril de 2024, de acordo com o Banco de la República (banco central da Colômbia).
Essa decisão foi tomada em um momento em que os níveis de liquidez internacional do país "são adequados", de acordo com o banco central, que atualmente estão em 65,5 bilhões de dólares (55,809 bilhões de euros), um número que foi alcançado graças ao programa de acumulação de reservas concluído em 2024 e à rentabilidade das carteiras.
A linha de crédito flexível foi aprovada pelo conselho executivo do FMI há um ano e meio por um período de dois anos e um montante de 6.133,5 bilhões de Direitos Especiais de Saque (SDRs), que na data do acordo era equivalente a um montante próximo a 8,1 bilhões de dólares (6,9 bilhões de euros).
RESTA APENAS UMA PARCELA PENDENTE
O cancelamento do acordo atual, que já substituía o anterior, aprovado em 2022, "não tem efeito sobre o cronograma de pagamento para o desembolso da linha de crédito flexível que ocorreu em dezembro de 2020", afirma a instituição. Assim, o pagamento da única parcela pendente será feito em dezembro de 2025, conforme planejado.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, garantiu em sua conta 'X' que a partir de 1º de janeiro a dívida contraída será paga integralmente.
"Cumprimos com o crédito que Duque tomou irresponsavelmente com o FMI; durante três anos lhe pagamos 5.000 milhões de dólares (4.261 milhões de euros). A partir de 1º de janeiro, pagamos a dívida integralmente. O superendividamento de [Iván] Duque, que estabeleceu o subsídio à gasolina, também foi pago", escreveu ele na rede social.
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