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MADRID 28 abr. (EUROPA PRESS) -
A gigante mundial de refrigerantes The Coca-Cola Company obteve um lucro líquido atribuído de 3,924 bilhões de dólares (3,354 bilhões de euros), o que representa um aumento de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A receita operacional da Coca-Cola ficou em 12,472 bilhões de dólares (10,666 bilhões de euros), 12% a mais do que há um ano, enquanto os custos com mercadorias vendidas atingiram 4,620 bilhões de dólares (3,950 bilhões de euros), um aumento de 11%, e as despesas com vendas, gerais e administrativas aumentaram 7%, para 3,472 bilhões de dólares (2,970 bilhões de euros).
Por regiões, a América do Norte destaca-se como a área com maior receita da empresa, atingindo 4,893 bilhões de dólares (4,187 bilhões de euros), um aumento de 12%; seguida pela EMEA (Europa, Oriente Médio e África), onde o faturamento cresceu 13%, para 3,012 bilhões de dólares (2,577 bilhões de euros).
Da mesma forma, a região da América Latina registrou receitas de 1.678 milhões de dólares (1.436 milhões de euros), com um crescimento de 14% em comparação com o mesmo período do ano anterior; enquanto na Ásia-Pacífico o volume de receitas diminuiu 6%, para 1.508 milhões de dólares (1.290 milhões de euros).
Por sua vez, o negócio de engarrafadoras gerou receitas no valor de 1,64 bilhão de dólares (1,403 bilhão de euros), um aumento de 12% no primeiro trimestre de 2025.
O lucro por ação aumentou na mesma proporção que o lucro líquido atribuído, 18%, para 0,91 dólares (0,78 euros), contra 0,71 dólares (0,61 euros) por ação.
PREVISÕES PARA 2026
A empresa espera, para este exercício de 2026, aumentar suas receitas entre 4% e 5% e estima um crescimento comparável do lucro por ação — sem levar em conta o efeito da taxa de câmbio e excluindo aquisições e alienações — entre 6% e 7%.
Nesse sentido, a Coca-Cola prevê em suas receitas líquidas comparáveis um impacto cambial favorável entre 1% e 2%, enquanto os efeitos de aquisições e alienações podem acarretar um impacto negativo de aproximadamente 4%, devido, entre outras coisas, à venda pendente da engarrafadora Coca-Cola Beverages Africa, que deve ser concluída no segundo semestre do ano.
“Nosso desempenho neste trimestre reflete nosso firme compromisso de nos mantermos próximos ao consumidor, operar localmente e gerenciar a complexidade. No entanto, ainda podemos fazer muito mais neste ambiente dinâmico. Nossa equipe está motivada pela oportunidade de consolidar a sólida base da empresa”, afirmou o diretor executivo da Coca-Cola, Henrique Braun.
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