Publicado 08/08/2025 12:34

A China defende seu relacionamento econômico e energético com a Rússia diante da ameaça de tarifas secundárias de Trump

MADRID 8 ago. (EUROPA PRESS) -

O governo chinês defendeu a legitimidade e a legalidade de suas relações econômicas, comerciais e energéticas com a Rússia, acrescentando que continuará a agir com o objetivo de garantir a segurança energética do país, apesar da ameaça do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas secundárias aos países que compram petróleo russo.

Questionado em uma coletiva de imprensa sobre a possibilidade de Trump impor tarifas secundárias ao país por comprar petróleo da Rússia, depois de ter imposto uma taxa adicional de 25% à Índia por esse motivo, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China enfatizou que a posição do gigante asiático sobre questões relevantes é consistente e clara.

"A cooperação econômica, comercial e energética regular da China com países de todo o mundo, incluindo a Rússia, é legítima e legal", disse o funcionário chinês.

Dessa forma, o porta-voz do ministério chinês garantiu que Pequim continuará a adotar "medidas razoáveis de segurança energética" com base nos interesses nacionais da China.

Na última quarta-feira, por meio de uma ordem executiva, o presidente dos EUA anunciou a imposição de uma tarifa adicional de 25% sobre as importações da Índia, elevando a taxa sobre os produtos indianos para 50%, considerando que "o governo da Índia atualmente importa, direta ou indiretamente, petróleo da Federação Russa".

A ordem executiva também adverte que o Secretário de Comércio Howard Lutnick, em coordenação com o Secretário de Estado Marco Rubio e o Secretário do Tesouro Scott Bessent, determinará se algum outro país importa, direta ou indiretamente, petróleo russo, o que poderia levar a uma ação, incluindo a possibilidade de impor uma tarifa adicional ad valorem de 25% sobre as importações de produtos da Rússia.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado