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MADRID 7 set. (EUROPA PRESS) -
A balança comercial do Chile registrou, em agosto, um superávit de 1.688 milhões de dólares (1.453 milhões de euros), um aumento de 8,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, conforme consta do Boletim Estatístico publicado nesta segunda-feira pelo Banco Central do Chile (BCCh).
As exportações totalizaram 9.499 milhões de dólares (8.179 milhões de euros), um aumento de 21,6%. Desse total, 5.718 milhões de dólares (4.924 milhões de euros) foram provenientes do setor de mineração e, mais especificamente, 4.625 milhões de dólares (3.982 milhões de euros) da venda de cobre, um aumento de 9,5% e uma queda de 3,2%, respectivamente.
A estatal Corporação Nacional do Cobre do Chile (Codelco) já abandonou suas metas de produção para 2026, após prever uma menor extração de cobre devido aos problemas registrados em suas minas. Esses incidentes fizeram com que sua rival, a BHP, a ultrapassasse no ano passado como maior fornecedora mundial do mineral.
A Codelco enfrenta importantes limitações financeiras e de gestão em seus esforços para reativar a produção de cobre devido à sua dívida de 27.000 milhões de dólares (23.248 milhões de euros). O novo presidente da Codelco, Bernardo Fontaine, pretende estabelecer parcerias com mineradoras privadas para crescer sem aumentar o passivo.
Por outro lado, as importações registraram alta de 12,5%, chegando a 7.811 milhões de dólares (6.726 milhões de euros), impulsionadas pelos aumentos de 16,5% nos bens de consumo e de 20,5% nos bens intermediários. As compras de bens de capital diminuíram 6,3%.
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