MADRID 27 jan. (EUROPA PRESS) - A petrolífera Chevron confirma que está “preparada” para continuar contribuindo com sua experiência na extração de petróleo na Venezuela, em um contexto marcado pela intervenção militar dos Estados Unidos e pela captura de seu presidente, Nicolás Maduro, no início do ano.
“Estamos preparados para continuar contribuindo com nossa experiência na gestão das operações, com inovação tecnológica, trabalho árduo e com a tarefa de criar um setor de petróleo e gás mais competitivo”, afirmou o porta-voz da empresa na Venezuela, Mariano Vela, durante o ato de consulta pública sobre a reforma da Lei de Hidrocarbonetos.
Vela agradeceu “todos os esforços” que a Comissão Permanente de Energia e Petróleo da Assembleia Nacional está realizando pelas modificações aplicadas à lei e pelo diálogo que ocorreu sobre as reformas propostas. “Nosso foco continua sendo a segurança de nosso pessoal, isso não muda, e a integridade dos ativos que administramos há tanto tempo”, acrescentou durante sua intervenção.
O representante da Chevron na Venezuela também agradeceu aos funcionários venezuelanos da Chevron, de suas empresas mistas e ao seu parceiro Petróleos de Venezuela (PDVSA) “por seu compromisso e dedicação”. “Juntos construiremos um futuro ainda mais brilhante para este povo da Venezuela”, afirmou.
A Chevron é uma das principais empresas petrolíferas privadas da Venezuela e a única com isenção, desde 2022, para extrair petróleo deste país face às sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos em 2019. A sua presença no país começou com atividades de exploração em 1923 e a descoberta do campo Boscán em 1946. Atualmente, a empresa trabalha em colaboração com filiais da PDVSA em cinco projetos de produção terrestre e marítima no oeste e leste da Venezuela.
O plano elaborado pelo inquilino da Casa Branca, Donald Trump, é que as petrolíferas americanas gastem “pelo menos 100 bilhões de dólares” para revitalizar a infraestrutura petrolífera da Venezuela e, assim, extrair mais petróleo. No início de 2026, Trump se reuniu com um grupo de petrolíferas, entre elas a Repsol, para decidir quais empresas poderão participar desse plano.
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