Publicado 25/02/2026 10:34

Bruxelas lança plataforma para reativar o investimento nas regiões do flanco oriental da UE

Archivo - Arquivo - Várias bandeiras da União Europeia em uma imagem de arquivo.
Eduardo Parra - Europa Press - Arquivo

BRUXELAS 25 fev. (EUROPA PRESS) - A Comissão Europeia lançará nesta quinta-feira uma plataforma financeira para coordenar investimentos de até 28 bilhões de euros nas regiões da UE fronteiriças com a Rússia, Bielorrússia e Ucrânia, especialmente afetadas pela guerra, com o objetivo de financiar projetos que reforcem sua atividade econômica.

O mecanismo, denominado “EastInvest Facility”, não implica a criação de um novo fundo europeu, mas articula a ação conjunta de várias instituições financeiras europeias e internacionais para facilitar o acesso ao financiamento nesses territórios.

De acordo com o Executivo comunitário, a plataforma estará operacional até ao final de 2027 e permitirá oferecer recursos e aconselhamento às autoridades locais e promotores públicos e privados, através de apoio creditício e assistência técnica para projetos destinados a reforçar a atividade económica, o comércio e a resiliência nestas regiões fronteiriças.

O instrumento reunirá o Grupo do Banco Europeu de Investimento (BEI), o Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento, o Banco Nórdico de Investimento, o Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa e bancos nacionais de promoção de nove Estados-Membros — Finlândia, Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia, Eslováquia, Hungria, Romênia e Bulgária.

Entre outras coisas, também visa melhorar a coordenação entre as diferentes instituições financeiras envolvidas para evitar sobreposições e concentrar o financiamento nas prioridades identificadas pelas próprias regiões fronteiriças.

A iniciativa enquadra-se numa estratégia mais ampla apresentada na semana passada pela Comissão, sobre a qual ainda não se conhecem muitos detalhes nem um calendário concreto, que combina medidas de segurança, como o reforço da vigilância na fronteira oriental e a proteção de infraestruturas críticas, com instrumentos económicos e de coesão como este.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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