Publicado 13/10/2025 09:35

Bruxelas diz que a Holanda protege a segurança tecnológica da Europa ao intervir na Nexperia da China

Archivo - FILED - 26 de agosto de 2025, Hamburgo: Um funcionário da Nexperia Germany GmbH segura um produto intermediário da produção de semicondutores, o chamado wafer, com uma pinça nas instalações da fabricante de semicondutores Nexperia. Foto: David H
David Hammersen/dpa - Arquivo

BRUXELAS 13 out. (EUROPA PRESS) -

A Comissão Europeia disse nesta segunda-feira que a Holanda lidou com um "risco potencial" para a segurança tecnológica do país e da União Europeia como um todo ao usar a lei de emergência pela primeira vez para intervir nas operações da fabricante de semicondutores Nexperia, a subsidiária holandesa da empresa chinesa Wingtech Technology.

"A Comissão tem mantido contato próximo com as autoridades holandesas sobre esse assunto. A medida em questão foi tomada pelo governo holandês para garantir a segurança do fornecimento e, ao fazê-lo, aborda um risco potencial para a segurança econômica holandesa e europeia", disse Olof Gill, porta-voz comercial da UE, em uma coletiva de imprensa.

O porta-voz da UE indicou que a intervenção "tem como objetivo salvaguardar o conhecimento e os recursos tecnológicos cruciais no território holandês e europeu", ao mesmo tempo em que enfatizou que a proteção da segurança tecnológica é uma "prioridade" na estratégia da UE.

Por esse motivo, acrescentou Gill, Bruxelas continuará a "colaborar" com as autoridades holandesas enquanto "as próximas etapas" estão sendo decididas.

O governo holandês invocou a Lei de Disponibilidade de Bens em uma decisão "altamente excepcional", mas considerou necessário "evitar que os bens produzidos pela Nexperia não estejam disponíveis em caso de emergência". A intervenção não afeta a atividade normal da empresa, cujo processo de produção continua normalmente, de acordo com as autoridades holandesas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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