Publicado 06/03/2026 09:05

Bruxelas abre consulta para recolher medidas que aliviem a pressão do mercado imobiliário na UE

Archivo - Arquivo - ARQUIVADO - 04 de junho de 2020, Baixa Saxônia, Osnabrück: Uma chave com a inscrição “airbnb” é vista na fechadura de uma propriedade Airbnb. A plataforma online de aluguel de imóveis para férias Airbnb está proibindo os anfitriões de
Friso Gentsch/dpa - Arquivo

BRUXELAS 6 mar. (EUROPA PRESS) - A Comissão Europeia abriu uma consulta pública para recolher opiniões sobre medidas destinadas a aliviar a pressão no mercado imobiliário e avançar na preparação da futura Lei da Habitação Acessível da UE, prevista para este ano, com a qual pretende dar “ferramentas” aos Estados-Membros para abordar problemas como o impacto dos arrendamentos de curta duração.

Os interessados podem enviar suas contribuições por meio de um questionário até 29 de março e participar de uma consulta aberta para fornecer informações e comentários até 3 de abril, conforme informado pelo Executivo comunitário.

Bruxelas alerta que o acesso à habitação acessível se tornou uma das principais preocupações em muitas cidades europeias, com uma pressão especialmente intensa nas grandes capitais e nos destinos turísticos mais populares do bloco.

A futura lei, da qual ainda não se conhecem muitos detalhes, fará parte do Plano Europeu de Habitação Acessível, apresentado pela Comissão em dezembro do ano passado, e busca estabelecer um marco regulatório que permita às autoridades públicas identificar áreas com tensão especial no mercado residencial.

Entre as medidas que a Comissão está estudando está uma proposta legislativa sobre aluguéis de curta duração, com o objetivo de proteger a acessibilidade da moradia em áreas onde o aumento desse tipo de acomodação está afetando o acesso a residências permanentes.

“Queremos dar às autoridades locais as ferramentas de que necessitam para agir e fazer uma verdadeira diferença na vida quotidiana dos seus cidadãos, também no que diz respeito ao impacto crescente dos aluguéis de curta duração”, afirmou o comissário europeu para a Energia e Habitação, Dan Jorgensen.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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