BANCO DO BRASIL - Arquivo
MADRID, 13 ago. (EUROPA PRESS) -
O Banco do Brasil, instituição privada, obteve um lucro líquido atribuído de 4.795 milhões de reais (799,3 milhões de euros) até junho, o que representou uma redução de 22,9% em relação ao valor registrado doze meses antes.
Os juros líquidos, deduzidas as provisões para perdas, recuaram 7,8%, para 15.065 milhões de reais (2.511 milhões de euros), enquanto as receitas não relacionadas a juros totalizaram 28.263 milhões de reais (4.711 milhões de euros), um aumento de 9,6%.
Por outro lado, o total das despesas não relacionadas a juros manteve-se praticamente estável em 40.604 milhões de reais (6.769 milhões de euros), após registrar um aumento de apenas 0,3%.
O lucro do segundo trimestre ficou em 2.398 milhões de reais (399,8 milhões de euros), uma queda de 13,8%, enquanto os juros líquidos, deduzidas as provisões, e o restante da receita fecharam em 7.618 milhões e 14.331 milhões de reais (1.270 e 2.389 milhões de euros), uma queda de 5% e um aumento de 3,4%, respectivamente.
O Banco do Brasil prevê que 2026 termine com um crescimento dos juros líquidos entre 7% e 11% e que sejam registradas receitas líquidas ajustadas entre 18.000 e 22.000 milhões de reais (3.001 e 3.667 milhões de euros).
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