MADRID 12 fev. (EUROPA PRESS) -
O Banco Central do Chile garantiu que agirá "com a severidade adequada", o que significa até mesmo mudar a direção da política monetária e mover as taxas de juros "para cima", se necessário.
É o que afirma a ata da última reunião de política monetária, divulgada na quarta-feira após a reunião de janeiro passado, na qual são dados alguns detalhes sobre possíveis movimentos futuros da entidade, depois de ter decidido manter a taxa em 5%.
Especificamente, o banco se mostrou "pronto para fazer o que for necessário" caso avalie que o cumprimento da meta de inflação esteja em risco. Embora não seja o mais provável, o aumento das taxas faz parte do que pode acontecer "se necessário".
Dessa forma, o banco deixa o caminho aberto caso seja considerado necessário reavaliar a estratégia monetária e torná-la consistente com o cumprimento da meta de inflação. Por enquanto, no entanto, a única opção plausível para o Banco tem sido congelar as taxas.
Essa última decisão, de acordo com o Banco, não deve ser uma surpresa para o mercado, já que anteriormente havia sido previsto que uma fase de pausa nas taxas de juros poderia estar no horizonte.
Atualmente, o banco central está preocupado, entre outras coisas, com o ambiente econômico externo, no qual continua a prevalecer um cenário de alta incerteza e tensões geopolíticas.
Além disso, os indicadores de tendência de inflação permanecem amplamente ascendentes e as projeções de curto prazo continuam a apontar para valores de cerca de 5% de inflação anual na primeira parte de 2025.
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