MADRID 28 jul. (EUROPA PRESS) -
As empresas norte-americanas que atuam na União Europeia, agrupadas na Câmara Americana de Comércio na UE (AmCham EU), consideram que o acordo comercial entre a UE e os EUA oferece alívio às empresas e proporciona maior segurança, apesar de a tarifa de 15% sobre as exportações europeias significar um aumento significativo no custo do comércio transatlântico para muitos setores.
"O acordo proporciona uma redução necessária na disputa em andamento e maior segurança para os negócios", enfatizam as empresas norte-americanas que atuam na UE, para as quais Bruxelas e Washington devem agora se basear nele para chegar a um acordo permanente, com detalhes técnicos elaborados o mais rápido possível.
Nesse sentido, elas argumentam que a clareza na implementação, incluindo as próximas etapas para as tarifas da "Seção 232", será crucial para as empresas, que precisam de uma estrutura previsível para operar.
Além disso, a AmCham EU acredita que as partes deveriam expandir o número de setores incluídos na lista de tarifas "zero por zero" do acordo, com o objetivo de criar uma zona transatlântica livre de tarifas.
Por fim, ela acredita que ambos os lados devem promover a cooperação regulatória e uma abordagem compartilhada para os desafios geopolíticos comuns, e enfatiza que "o compromisso de trabalhar mais de perto em questões como energia, defesa, tecnologia e excesso de capacidade global é um primeiro passo construtivo para fortalecer a parceria econômica transatlântica".
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