MADRID 13 fev. (EUROPA PRESS) -
O Conselho de Segurança e Defesa da Ucrânia, liderado pelo presidente Volodymyr Zelensky, adotou na quinta-feira uma série de sanções contra indivíduos acusados de colocar em risco a segurança nacional, incluindo o ex-presidente Petro Poroshenko, líder do principal partido de oposição.
A lista negra também inclui os nomes de outros oligarcas e políticos - Igor Kolomoiski, Gennadi Bogoliubov e Viktor Medvedchuk - e implica o congelamento de bens e restrições nas relações e atividades comerciais por um período indefinido.
"Os milhões que eles basicamente ganharam vendendo a Ucrânia, seus interesses e sua segurança devem ser congelados para que possam ser usados para a proteção da Ucrânia e de seus ucranianos", enfatizou Zelenski, de acordo com uma declaração presidencial.
Poroshenko tornou-se presidente da Ucrânia em 2014, nas primeiras eleições após a Revolução Maidan, e permaneceu no cargo até maio de 2019, quando perdeu a eleição para Zelenski. No entanto, ele permaneceu na linha de frente da política como deputado e líder do Solidariedade Europeia.
A publicação das sanções fez com que os membros desse partido organizassem um protesto na sede do parlamento em uma tentativa de bloquear a sessão. Um de seus deputados, Yaroslav Zhelezniak, postou fotos no Telegram mostrando um grupo de parlamentares carregando faixas na galeria parlamentar.
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