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MADRID 28 fev. (EUROPA PRESS) -
O presidente da China, Xi Jinping, advertiu nesta sexta-feira que o país enfrenta "numerosas dificuldades e desafios" à medida que se aprofunda o "impacto adverso das mudanças externas", o que levará o gigante asiático a enfrentar "momentos de adversidade".
Ele pediu que a nação permaneça unida diante dessa complexidade e "fortaleça sua confiança", e enfatizou a importância de o Comitê Central do Partido Comunista poder tomar "decisões vitais" para a nação como um todo.
Suas palavras, em um artigo publicado no jornal "Quishi", o jornal oficial do Partido Comunista Chinês, foram proferidas logo após o Politburo ter alertado sobre um declínio na estabilidade econômica e na "qualidade do desenvolvimento tecnológico". Entretanto, ele enfatizou que a liderança "centralizada e unificada" é "essencial para garantir um trabalho eficaz".
"Em momentos críticos como este, o Comitê Central deve abordar situações e tomar decisões para garantir que a economia da China avance e continue a navegar suavemente no futuro", disse ele, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou introduzir outro conjunto de tarifas de 10% contra o país.
Xi disse que as principais prioridades econômicas incluem garantir uma "relação eficaz entre o mercado e o governo", bem como alcançar um equilíbrio "entre demanda e oferta" para consolidar "eficiência e boa qualidade".
Trump impôs uma tarifa de 10% sobre todas as importações da China no início de fevereiro, ao que Pequim respondeu impondo tarifas de 15% sobre carvão e gás liquefeito e 10% sobre petróleo, máquinas agrícolas, carros grandes e caminhonetes. Agora, Pequim ameaçou impor novas tarifas até o dia 4 de março.
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