MINISTERIO DEL INTERIOR DE VENEZUELA - Arquivo
MADRID 13 fev. (EUROPA PRESS) -
O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, anunciou na quinta-feira que foi desmantelado um novo grupo "terrorista" que pretendia atacar bases militares e sequestrar o ex-presidente da Suprema Corte, Maikel Moreno, para depois entregá-lo às autoridades norte-americanas.
Esse grupo de "mercenários", todos detidos, pretendia atacar a base militar de Fuerte Conopoima, no estado de Bolívar, a de Fuerte Tabacare, no estado de Barinas, e realizar o sequestro de Moreno, que foi indiciado por acusações de corrupção nos Estados Unidos.
"Esse grupo que pretendia realizar essas três operações foi desmantelado. Aqueles que não foram capturados estão fugindo para fora da Venezuela, protegidos por outros países", enfatizou Cabello em uma coletiva de imprensa, acrescentando que essa trama é diretamente impulsionada pela "extrema direita" venezuelana.
O governo liderado pelo presidente Nicolas Maduro tem afirmado repetidamente que desmantelou grupos "terroristas" - que Caracas vincula à líder da oposição Maria Corina Machado - cujo principal objetivo é derrubar as autoridades chavistas.
A Venezuela realizou uma eleição presidencial no final de julho, na qual Maduro se declarou vencedor, embora a oposição tenha rejeitado os resultados e afirme ter os registros eleitorais que sustentam a vitória de Edmundo Gonzalez.
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