Sean Kilpatrick/Canadian Press v / DPA
MADRID 17 fev. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, descartou a possibilidade de seu país participar de um hipotético destacamento militar na Ucrânia, antes de viajar a Paris para discutir com outros líderes europeus uma abordagem comum para a aceleração dos esforços diplomáticos empreendidos pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Tusk deixou claro que a Polônia só está preparada para oferecer apoio "logístico" e "político" aos países que concordarem em enviar tropas. O primeiro-ministro britânico Keir Starmer, que também irá a Paris, expressou sua disposição em um artigo publicado na segunda-feira.
O líder polonês enfatizou, no entanto, que continuaria a apoiar a Ucrânia com ajuda financeira, humanitária e militar "dentro das possibilidades da Polônia", informa a agência de notícias PAP. Ele também concordou que a Ucrânia precisa de "garantias reais" de segurança, para as quais ele espera a cooperação da Europa e dos Estados Unidos nesse novo cenário.
Atualmente, Tusk não vê alternativa à OTAN para fornecer essas garantias, embora o governo Trump tenha alertado na semana passada que esse cenário não parece realista no curto prazo.
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