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MADRID 19 fev. (EUROPA PRESS) -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou seu colega ucraniano, Volodimir Zelenski, de ser um "ditador" se não realizar eleições e recomendou que ele aja rapidamente se não quiser ficar sem "nenhum país" para governar; ao mesmo tempo, ele o acusou de "entrar em uma guerra que não poderia ser vencida".
O presidente dos EUA lançou uma publicação em seu perfil oficial nas redes sociais na qual recomendou a Zelenski que "se mova rapidamente", ao mesmo tempo em que valorizou o fato de Washington já estar negociando "com sucesso" o fim da guerra com o lado russo, algo que "somente Trump e a administração Trump podem fazer".
Nesse ponto, o magnata valorizou seus próprios esforços para acabar com o conflito na Ucrânia, que agora se aproxima de seu terceiro aniversário, e aproveitou a oportunidade para acusar seu antecessor no cargo, Joe Biden, bem como as potências europeias de não terem tentado com todos os seus esforços acabar com a guerra.
"Eu amo a Ucrânia, mas Zelenski fez um trabalho terrível, seu país está se destruindo e milhões morreram desnecessariamente", disse Trump, que também acusou o governo ucraniano de ter "perdido" "metade" dos 350 mil milhões de dólares que, segundo ele, Washington enviou a Kiev.
"Pense nisso, um comediante modestamente bem-sucedido, Volodimir Zelenski, convenceu os Estados Unidos a gastar US$ 350.000 milhões para entrar em uma guerra que não poderia ser vencida, que nunca teve que começar, mas uma guerra que ele, sem os Estados Unidos e Trump, nunca será capaz de resolver", disse ele.
Sobre esse ponto, o ocupante da Casa Branca denunciou o fato de que seu país alocou "200 bilhões de dólares a mais para a Ucrânia do que a Europa", que também tem garantias de que recuperará o investimento, enquanto "os Estados Unidos não receberão nada em troca". Nesse sentido, ele acusou diretamente Biden de não ter negociado bem.
"Essa guerra é muito mais importante para a Europa do que para nós. Temos um oceano grande e bonito como separação. Além disso, Zelenski admite que metade do dinheiro que enviamos a ele é 'perdido'", comentou o presidente dos EUA.
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