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MADRID 25 fev. (EUROPA PRESS) -
Um juiz federal da cidade de La Plata emitiu na terça-feira uma liminar bloqueando a ordem emitida na semana passada pelo presidente da Argentina, Javier Milei, para transformar o Banco de la Nación em uma sociedade anônima como parte da campanha de privatização do Estado liderada pelo presidente.
A decisão do juiz Alejo Ramos Padilla, que além de bloquear a medida como medida cautelar, exige que as autoridades públicas apresentem um relatório dentro de cinco dias sobre o interesse público da decisão de converter o banco em uma sociedade anônima.
Na semana passada, o governo de Milei oficializou a transformação do Banco de la Nación em uma sociedade anônima, cujo principal acionista será o Estado, que deterá 99,9% do capital e exercerá todos os seus direitos por meio do Ministério da Economia, e a Fundación Banco de la Nación, que deterá 0,1% do capital.
A medida, no entanto, gerou críticas no Parlamento, que enviou um pedido de "liminar urgente". De qualquer forma, o magistrado Ramos Padilla enfatizou que a decisão final cabe ao Tribunal Federal de Apelações de La Plata, de acordo com o 'La Nación'.
Há mais de um ano, quando Milei chegou ao governo argentino, começaram os planos de privatização de empresas estatais, como o Banco de la Nación. Inicialmente, essa privatização foi descartada, e o trabalho começou a procurar uma saída para o banco, com a opção de uma sociedade anônima na mesa.
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