Europa Press/Contacto/Yuliia Ovsiannikova
MADRID 11 fev. (EUROPA PRESS) -
O Tribunal Penal Internacional (TPI) condenou a inclusão de seu procurador-chefe, Karim Khan, na lista negra de sanções dos Estados Unidos e pediu aos 125 países signatários do Estatuto de Roma que se mantenham "unidos" em prol da justiça.
O presidente dos EUA, Donald Trump, emitiu uma ordem executiva após retornar à Casa Branca que abriu a porta para sanções contra membros do TPI com base no fato de que a atividade do órgão contrariava os interesses dos EUA ou de seus principais aliados, como Israel.
Em um anexo à ordem, a Casa Branca incluiu o nome de Khan, um cidadão britânico. A medida envolve o congelamento de quaisquer bens que o promotor possa ter sob a soberania dos EUA e a proibição de entrada nos EUA.
O TPI "compromete-se a continuar a cumprir seu mandato judicial para atender a milhões de vítimas inocentes de atrocidades", enfatizou o tribunal na mídia social, lamentando especificamente as sanções confirmadas contra Khan.
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