Publicado 13/02/2025 08:53

A SEMERGEN exige as medidas fiscais que foram eliminadas do Plano Antitabaco.

Archivo - Arquivo - Parar de fumar.
ISTOCK - Arquivo

MADRID 13 fev. (EUROPA PRESS) -

O coordenador do Grupo de Trabalho sobre Tabagismo da Sociedade Espanhola de Médicos de Atenção Primária, Raúl de Simón, disse nesta quinta-feira que sente falta das medidas fiscais que foram dispensadas no último minuto no Plano Integral de Prevenção e Controle do Tabagismo 2024-2027, aprovado pelo Conselho de Ministros em abril do ano passado.

Ele se expressou nesses termos quando perguntado sobre as medidas que seu grupo está exigindo da Administração para reduzir o consumo de tabaco, durante a conferência de imprensa realizada para apresentar o protocolo 'Reverse', que visa facilitar a abordagem do tabagismo na Atenção Primária para reduzir o tabagismo entre a população.

Ele ressaltou que o aumento dos impostos é a medida "mais eficaz" para induzir os consumidores a deixarem de fumar. "Sabe-se que praticamente para cada 10% de aumento no preço do tabaco, a prevalência de usuários cai em 4%. Mesmo para os adolescentes, para cada aumento de 10% no preço do tabaco, há uma queda de 8% (no consumo)".

Mesmo assim, ele ressaltou que esse Plano inclui "pedidos históricos" de seu grupo, como embalagens neutras, a extensão de áreas livres de fumo e tentativas de limitar a publicidade. "Também é verdade que ele ainda é um Plano, como o próprio nome indica, e muitas partes, puramente regulatórias, precisam ser debatidas no Parlamento e aprovadas", acrescentou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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