Pool Moncloa/Fernando Calvo - Arquivo
MADRID 13 fev. (EUROPA PRESS) -
O presidente do governo, Pedro Sánchez, manteve uma conversa telefônica com o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, na qual transmitiu o apoio da Espanha à defesa de sua soberania após o consenso que o Kremlin assegurou ter havido entre Vladimir Putin, da Rússia, e seu homólogo norte-americano, Donald Trump, para alcançar uma "solução política e negociada" para o conflito na Ucrânia.
"Uma guerra injusta não pode terminar com um acordo de paz injusto", escreveu ele em uma mensagem na rede social X, explicando que a Ucrânia "pode continuar a contar com a Espanha".
"Esse apoio vai além das palavras, como mostramos nos últimos três anos. A Europa continuará a apoiar a aspiração da Ucrânia por uma paz justa e duradoura. A Ucrânia quer a paz e a Europa quer a paz", acrescentou.
O compromisso de Moscou e Washington é retomar esse diálogo "imediatamente", como afirmou o próprio Trump, que chegou a dar como certa uma futura reunião e levantou a Arábia Saudita como um possível cenário. No entanto, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse à mídia que "os detalhes (da reunião) ainda não foram definidos".
Por sua vez, Zelenski reiterou que eles não podem aceitar nenhuma "negociação bilateral" que não inclua a Ucrânia, cuja posição, segundo ele, deve ser uma prioridade em todo esse caso, e que ele só falará com a Rússia quando for estabelecido um plano em conjunto com os Estados Unidos para "deter Putin".
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