POLICLÍNICA GIPUZKOA - Arquivo
MADRID 19 fev. (EUROPA PRESS) -
O cardiologista da Policlínica Gipuzkoa, Eduardo Alegría, garante que após um evento cardiovascular, além da recuperação física, a reabilitação cardíaca permite que os pacientes retomem sua vida social e recuperem sua autoconfiança.
A reabilitação cardíaca, de acordo com o médico, não é indicada apenas para pacientes que sofreram um infarto do miocárdio, mas também para aqueles que foram submetidos a revascularização, têm angina de peito, insuficiência cardíaca ou estão buscando melhorar seus fatores de risco cardiovascular, como hipertensão ou colesterol alto.
Além disso, ele explica que, em determinados pacientes, a reabilitação cardíaca faz uma diferença crucial. "A maioria das doenças cardíacas crônicas começa como um episódio agudo", que é uma mudança drástica na vida do paciente, diz ele.
Após um episódio, alguns pacientes tentam continuar com a vida como se nada tivesse acontecido, enquanto outros desenvolvem medo e restringem suas atividades diárias. "Gerenciar essa transição é um aspecto essencial da reabilitação: colocar a doença em contexto, avaliar o prognóstico e oferecer tranquilidade. Os tratamentos cardiovasculares atuais são altamente eficazes", enfatiza.
A melhor maneira de orientar o treinamento cardíaco não é se concentrar na frequência cardíaca, "mas confiar na sensação de conforto, sem forçar o corpo", explica o Dr. Alegria. A frequência cardíaca pode ser alterada por fatores como medicação, temperatura ambiente, alimentação, sono ou estado emocional, o que significa que ela nem sempre é um indicador confiável.
De acordo com o cardiologista, "em vez de se concentrar em um número específico, o importante é ouvir seu corpo: se ele se sentir confortável, você pode continuar; se ele se sentir forçado, é hora de reduzir a intensidade", enfatiza.
PROGRAMA DE REABILITAÇÃO CARDÍACA DA POLICLÍNICA DE GIPUZKOA
O paciente Ricardo Aristondo iniciou o Programa de Reabilitação Cardíaca na Policlínica Gipuzkoa após uma cirurgia cardiovascular para substituição da válvula aórtica. "Estou me sentindo muito confiante. A reabilitação é física, mas também inclui apoio psicológico e nutricional", ele nos garante agora.
Além disso, Ricardo diz que estar com pessoas que passaram pela mesma situação que ele faz com que se sinta apoiado. "Compartilhar experiências nos ajuda, mesmo que alguns tenham mais medos do que outros. Estou muito feliz em vir e voltar à forma física e mental", acrescenta.
Por fim, ele ressalta que se trata de um programa abrangente que aborda a recuperação física e mental e a prevenção de recaídas, permitindo que os pacientes retornem às suas vidas diárias com segurança e confiança.
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