MADRID 13 fev. (EUROPA PRESS) -
A secretária de Política Econômica do PSOE, Enma López, considera que um acordo com o parceiro minoritário do governo, Sumar, sobre a tributação do salário mínimo interprofissional (SMI) é "desejável" após o confronto entre os dois parceiros, mas insiste em rejeitar o discurso "anti-impostos" e garante que "agora ou no futuro" esse salário terá que ser tributado.
Após a crise no Executivo, depois que a ala socialista impôs que o SMI deveria pagar imposto de renda - depois de aumentá-lo novamente para 1.148 euros por mês - e contra os critérios da segunda vice-presidente Yolanda Díaz, os socialistas são favoráveis a um acordo, embora insistam que é necessário educar as pessoas sobre a necessidade de pagar impostos.
"Acordos são sempre desejáveis, mas eu também gostaria de lançar uma reflexão, e é por isso que estamos em um discurso anti-impostos. Acho extremamente importante que façamos essa pedagogia, porque em algum momento, não sei se agora ou no futuro, vocês terão de pagar impostos", disse López na entrada de um evento organizado pela Fundação Avanza no Círculo de Bellas Artes.
Nesse sentido, ele ressalta que é lógico que, se o governo continuar a aumentar o salário mínimo, como vem fazendo nos últimos anos, e ele se tornar uma renda "muito digna", "um dia chegará, não sei se hoje, em que ele terá de ser tributado".
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