Europa Press/Contacto/Jamal Awad
MADRID 24 fev. (EUROPA PRESS) -
A Autoridade para Assuntos de Prisioneiros da Autoridade Palestina e a Associação de Prisioneiros Palestinos denunciaram nesta segunda-feira a morte em uma prisão israelense do prisioneiro palestino Musab Hani Haniye, de 35 anos e originário da Faixa de Gaza.
As autoridades israelenses teriam confirmado a morte de Haniye a essas organizações palestinas em 5 de janeiro. Haniye, que era casado e tinha um filho de nove anos, foi capturado em Hamad, no sul da Faixa de Gaza, em 3 de março de 2024 e, de acordo com sua família, não estava sofrendo de nenhuma doença ou enfermidade na época.
"A ocupação (Israel), não satisfeita com a morte de prisioneiros, manipula informações sobre a situação deles, como já aconteceu em outros casos que terminaram com a morte" de prisioneiros sem que nenhuma outra prova fosse dada além da própria informação de sua morte.
"Na maioria dos casos, as autoridades israelenses respondem que uma investigação está em andamento para evitar a responsabilização internacional", denunciaram as organizações palestinas.
A morte de Haniye eleva para 59 o número de pessoas que morreram sob custódia desde o início da ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza em resposta ao ataque das milícias palestinas em 7 de outubro de 2023. Cerca de 38 são de Gaza. "Este é o período mais mortal nas prisões israelenses desde 1967", de acordo com grupos palestinos, que contabilizaram 296 mortes em prisões desde 1967.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático