Publicado 13/02/2025 14:14

O presidente da Fundação Stanpa apela para o autocuidado e a beleza durante o tratamento do câncer

Archivo - Arquivo - Quimioterapia, câncer
KATARZYNABIALASIEWICZ/ISTOCK - Arquivo

MADRID 13 fev. (EUROPA PRESS) -

A presidente da Fundação Stanpa, María Muñoz de Benavides, afirmou que o cuidado pessoal e a beleza são fatores "importantes" em momentos "complicados" como o tratamento do câncer, razão pela qual a organização realiza workshops destinados a mulheres e homens diagnosticados com câncer, onde são compartilhados conselhos, recomendações e ideias para ter um impacto "positivo" na qualidade de vida e melhorar o bem-estar.

"O autocuidado e a autoimagem são fundamentais em momentos tão complicados como o tratamento do câncer. Com os workshops, oferecemos um espaço de cuidado, confiança e apoio que os participantes valorizam de forma muito positiva", disse De Benavides durante um evento organizado sob o slogan 'O impacto positivo da beleza diante do câncer'.

A especialista em estética e voluntária da Fundação Stanpa, Laura González, enfatizou que "há uma grande preocupação com a aparência física durante a doença e, por meio das oficinas da Fundação Stanpa, respondemos às dúvidas e aos medos que esse processo gera em relação aos aspectos da própria imagem".

Ela também insistiu que "cuidar da imagem pessoal não é algo frívolo: tem um aspecto terapêutico que é fundamental".

Por sua vez, a supervisora do Day Hospital de La Paz, María Antonia Rebollo, explicou que "as oficinas criam um ambiente favorável para os pacientes, e cada um deles demonstra o valor que isso lhes traz", pois "eles se reconhecem novamente e saem com o desejo de recuperar parte de suas vidas".

Almudena Escudero, paciente e participante das oficinas "Fique bonita, você se sentirá melhor", disse que o processo de tratamento do câncer "passa por diferentes fases", pois ver "tantos meses no espelho sem cabelo muda" a autoimagem.

"Nas oficinas, além de aprender a se hidratar e se proteger, você aprende recursos para se olhar no espelho e se reconhecer, para encarar a doença de uma forma diferente e ter força para sair na rua", acrescentou.

A enfermeira e voluntária da Fundação Stanpa, Beatriz García, falou sobre a parte "emocional" dessas oficinas, que conseguem reforçar a "autoestima" por meio do autocuidado.

A paciente e participante do workshop, María Martín, disse que manter uma atitude positiva nesse tipo de momento é "fundamental" e que a imagem pessoal pode afetar o nível emocional.

"Tenho 23 anos e queria continuar sendo paqueradora, como sempre fui. Assim que soube do workshop, adorei, e ele me ajudou a dar uma conotação diferente ao hospital. Ele deixou de ser um espaço triste e se tornou um lugar onde eu podia compartilhar histórias, conselhos e me sentir apoiada", concluiu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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